Mostrando postagens com marcador sonhos. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador sonhos. Mostrar todas as postagens

sábado, 13 de agosto de 2011

UM POEMA AOS PAIS

Meu papi e Eu - junho de 2010


PAIsando

Que o teu AMOR compreenda meus sonhos
E que não haja tamanho para nosso amar
Deixe-me hospedar num abraço longo
Onde eu me ponho a te escutar

Com teu CARINHO farei meu riso
Esse que preciso para te animar
Que teu olhar me seja um abrigo
E esteja comigo em todo lugar

Que haja COMPREENSÃO no que eu falho
Ainda sou atalho de onde vou chegar
Mas, se me abrigar, no aconchego de teus braços
Faço de teus passos, os pés para eu andar

Que eu tenha de ti a ATENÇÃO
E que minha emoção não fique vazia
Quando a alegria em meu coração
Buscar em tua canção, minha sintonia

Ivone Alves Sol


Sol no colo do papi Hildo Dantas

Ao senhor Dantas, o carinho eterno da única filha 
que não é normal em nossa família rsrsrs. Bjs Papi!!!  

Felicito a todos os pais que aqui passarem, e que meus votos de felicidade 
se entendam a todos os pais de mundo, em qualquer instância de ser pai!



sexta-feira, 12 de agosto de 2011

EFEMERIDADE

EFEMERIDADE

Eu que nunca me soube
E vivi do que me coube estar
Vejo-me no emaranhar de cores
Por meus refletores ao desligar

E com as pálpebras cerradas
E mente dobrada nos ombros
Quebro-me no estrondo das travas
E solto lavas em meus tombos

Espalho sonhos nos mananciais
Liberto os ais de minha garganta
E de minhas tantas uma se desfaz
Por não viver mais de lembranças

Quero-me criança crescida
Nas divisas de um viver
Sem ter pontos de partida
Apenas pistas a percorrer

Porque me saber é efêmero
E, se me tenho, é tão pouco
Vivo entorno de um tempo
De entendimento absorto

Ivone Alves Sol


sexta-feira, 29 de julho de 2011

PRETERIÇÃO






PRETERIÇÃO


Sou o que ficou no caminho
O tempo perdido num canto qualquer
O verso vomitado de um pergaminho
Os olhos cinza de uma mulher

Não é verde o meu olhar
Nem há borboletas dentro de mim
Eu sou o fim de um esperar
Que sem acabar, termina aqui

Sou o que partiu sem me levar
Um peito a sangrar a preterição
Sou a ação empreitada no mar
E naufragada em meu coração

Sou uma lágrima a evaporar
Dentro de um nevoeiro
O medo de sonhar...
Pra não ter pesadelos

Ivone Alves Sol